NAIRÓBI (Reuters) - Os alimentos ficarão cada vez mais escassos na região do sul da Somália, afetada pela fome, até a chegada da colheita do ano que vem, afirmou nesta quinta-feira o diretor da agência da ONU para os refugiados (Acnur). "Não chegamos ainda ao pico da crise", disse a repórteres o diretor da Acnur, Antonio Guterres, no Quênia, depois de visitar o sul da Somália e a capital somali, Mogadíscio. "Do ponto de vista da segurança alimentar do povo, obviamente, à medida que o tempo passa é possível que até a próxima colheita a situação se torne pior e pior", afirmou. Não há previsão de chuvas para o sul da Somália, região controlada por grupos rebeldes e a mais atingida pela seca. Na área cerca de 3 milhões de pessoas correm o risco de morrer de fome até outubro, considerando que a colheita será no início de 2012. A ONU declarou situação de fome em cinco zonas do sul da Somália onde militantes do Al Shabaab, grupo afiliado à al Qaeda, nã...
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Agora eu te pergunto: o que nós somos sem Jesus? pense e reflita rsrsrs.
Aproveitemos a Semana Santa que se inicia hj e vivamos de forma a agradar ao Nosso Deus que preferiu contar c cada um de nós, mesmo c todas as nossas limitações e fragilidades, ofereçamos nada menos que nosso melhor a Deus.
Boa caminhada meus irmãos rumo á páscoa do senhor!
Abraço missionário.
Em Cristo
Neste dia, se entrecruzam as duas tradições litúrgicas que deram origem a esta celebração: a alegre, grandiosa , festiva litrugia da Igreja mãe da cidade santa, que se converte em mímesis, imitação dos que Jesus fez em Jerusalém, e a austera memória - anamnese - da paixão que marcava a liturgia de Roma. Liturgia de Jerusalém e de Roma, juntas em nossa celebração. Com uma evocação que não pode deixar de ser atualizada.
Vamos com o pensamento a Jesuralém, subimos ao Monte das Oliveiras para recalar na capela de Betfagé, que nos lembra o gesto de Jesus, gesto profético, que entra como Rei pacífico, Messías aclamado primeiro e depois condenado, para cumprir em tudo as profecias.
Por um momento as pessoas reviveram a esperança de ter já consigo, de forma aberta e sem subterfúgios aquele que vinha em nome do Senhor. Ao menos assim o entenderam os mais simples, os discípulos e as pessoas que acompanharam ao Senhor Jesus, como um Rei.
São Lucas não falava de oliveiras nem de palmas, mas de pessoas que iam acarpetando o caminho com suas roupas, como se recebe a um Rei, gente que gritava: "Bendito o que vem como Rei em nome do Senhor. Paz no céu e glória nas alturas".
Palavras com uma estranha evocação das mesmas que anunciaram o nascimento do Senhor em Belém aos mais humildes. Jerusalém, desde o século IV, no esplendor de sua vida litúrgica celebrada neste momento com uma numerosa procissão. E isto agradou tanto aos peregrinos que o oriente deixou marcada nesta procissão de ramos como umas das mais belas celebrações da Semana Santa.
Com a litúrgia de Roma, ao contrário, entramos na Paixão e antecipamos a proclamação do mistério, com um grande contraste entre o caminho triunfante do Cristo do Domingo de Ramos e o "via crucis" dos dias santos.
Entretanto, são as últimas palavras de Jesus no madeiro a nova semente que deve empurrar o remo evangelizador da Igreja no mundo.
"Pai, em tuas mão eu entrego o meu espírito". Este é o evangelho, esta a nova notícia, o conteúdo da nova evangelização. Desde um paradoxo este mundo que parece tão autônomo, necessita que lhe seja anunciado o mistério da debilidade de nosso Deus en que se demonstra o cume de seu amor. Como o anunciaram os primeiros cristãos com estas narrações longas e detalhistas da paixão de Jesus.
Era o anúncio do amor de um Deus que desce conosco até o abismo do que não tem sentido, do pecado e da morte, do absurdo grito de Jesus em seu abandono e em sua confiança extrema. Era um anúncio ao mundo pagão tanto mais realista quanto mais com ele se poderia medir a força de sua Ressurreição.
A liturgia das palmas antecipa neste domingo, chamado de páscoa florida, o triunfo da ressurreição, enquanto que a leitura da Paixão nos convida a entrar conscientemente na Semana Santa da Paixão gloriosa e amorosa de Cristo o Senhor.