terça-feira, 20 de dezembro de 2016

IAM do Brasil tem nova secretária nacional


Acontece desde a última quinta-feira, 01, na sede nacional das Pontifícias Obras Missionárias, em Brasília/DF, a 22ª Assembleia Nacional da Infância e Adolescência Missionária (IAM). O encontro reúne representações estaduais da Infância e Adolescência Missionária com o intuito de avaliar os trabalhos de 2016 e projetar iniciativas futuras.

Esta é a última Assembleia da IAM coordenada pelo padre André Luiz de Negreiros como secretariado nacional desta Obra Pontifícia. Em seu lugar assume a Irmã Patrícia Souza, da congregação das Irmãs do Divino Salvador (Salvatorianas). “É confiando no Senhor que me lanço nesse novo caminho. Confiando na Sua graça e na Sua bondade desejo ardentemente dar a minha parcela de contribuição juntamente a tantas pessoas que se dedicam e se empenham nessa linda caminhada da IAM no Brasil”, diz a religiosa, presente na Assembleia da IAM.

Natural de Irani (SC), irmã Patrícia tem 10 anos de consagração e estava na arquidiocese de Curitiba (PR), onde atuava na animação missionária incluindo a coordenação da IAM. Entre seus trabalhos, a religiosa já viveu uma experiência missionária em comunidades intercongregacionais em Assis Brasil, no Acre e em Humaitá, no Amazonas. “Como caminheira que se põe a caminho é que me coloco diante desse novo desafio em minha vida e na minha história, e certamente muitas pessoas me ajudarão a construir caminhos”.

Despedida do padre André
Após sete anos de trabalho na sede das POM, em breve, o padre voltará para Teresina (PI), a sua arquidiocese de origem. “Essa foi uma experiência única que me fez crescer enquanto padre, enquanto ser humano. Neste período pude ver o Brasil como ele é, desde uma realidade muito bem estruturada na região Sul até as necessidades nos rincões da Amazônia e do Nordeste. Tem sido um trabalho árduo e de muitas conquistas: foram 304 viagens feitas no Brasil, América Latina, África e Europacom visitas à 192 dioceses, pesquisas feitas com 59 Conselhos Tutelares, a criação de novos grupos da IAM, acompanhamento e organização da IAM nas escolas católicas e formações aonde muitas crianças e adolescentes se aprofundaram no carisma das POM, a missão ad gentes além-fronteiras.", partilhou padre André.

Ao longo da Assembleia, padre André vem recebendo agradecimentos pelo trabalho realizado. "Eu deixo o título de secretário, mas não deixo as POM. A Infância Missionária é uma filha que eu a amo e que eu quero que cresça. Serei sempre IAM. Sempre Amigos!”, diz o sacerdote.

Participam do evento 24 coordenadores estaduais da IAM e um representante das escolas católica.


Em dezembro, Papa reza pelo fim de meninos-soldados


Neste mês de dezembro, o Papa Francisco traz como intenção universal de oração a realidade dos meninos-soldados. “Para que seja eliminada em todo o mundo a praga dos meninos-soldados”, reza o Santo Padre.

Na intenção pela evangelização, o Pontífice coloca a redescoberta do Evangelho na Europa. “Para que os povos europeus redescubram a beleza, a bondade e a verdade do Evangelho, que dá alegria e esperança à vida”.

As intenções de oração do Santo Padre são confiadas todos os anos ao Apostolado da Oração e são seguidas por fiéis em todo o mundo. Para promover uma aproximação ainda maior dos fiéis e convidá-los a rezar, o Papa começou a gravar um vídeo, também junto ao Apostolado, para divulgar suas intenções. Confira a seguir o vídeo deste mês:


FONTE: Canção Nova

#GotasMissionárias: Como fazer para que as crianças entendam o verdadeiro sentido do Natal?


Estamos já muito próximos do Natal e as crianças talvez estejam animadas com as viagens que faremos para a casa dos familiares, para encontrar com os primos e para ganhar os presentes que o “papai Noel” vai trazer no dia 25. Como fazer para que elas entendam o verdadeiro sentido de todas essas festividades e não deixem passar em branco o nascimento de Jesus?

Estamos sempre aprendendo nessa vida. Mas, na medida em que vamos crescendo e vamos nos tornando mais responsáveis pelos demais, nos cabe também o dever de ensinar, de transmitir aquilo que fomos aprendendo ao logo da nossa vida. Assim acontece com os pais, que precisam educar seus filhos, com os sacerdotes que têm a missão de pastorear seu rebanho e tantas relações humanas nas quais um transmite algo e o outro recebe.

Nesse contexto de ensinar, existe uma frase que diz o seguinte: “Ninguém dá aquilo que não tem”. Ou seja, para poder transmitir algo para alguém, é preciso que antes eu possua esse “algo”. E o contrário dessa frase também parece ser verdadeiro, ou seja, eu só dou aquilo que possuo.

Pensando de novo nas crianças, elas vão receber aquilo que os mais velhos ao redor dela possuem. Se no seu entorno as pessoas estão mais ocupadas em comprar os presentes para todos os familiares do que em preparar com carinho o presépio por exemplo, as crianças vão entender que a prioridade nessa época está nos presentes e não em Jesus.

Por isso o testemunho é tão importante. Rezar em família a novena de Natal, separar um tempo para com elas armar bem o presépio, contar historinhas sobre Maria e José que estavam esperando o nascimento do menino Deus. Dar-se o tempo de mostrar que o mais importante do Natal está em Jesus.

As crianças têm o coração aberto, simples. Estão muito dispostas a acolher o que os maiores têm para oferecer, seja bom ou seja ruim. O esforço de transmitir os valores mais importantes da vida para a nova geração é uma responsabilidade enorme dos que já são mais maduros. Assim a fé em Jesus vem sendo transmitida de geração em geração desde a época dos apóstolos.

Sejamos portanto nós os primeiros a sermos evangelizados, a sermos pessoas de fé, de Deus, para assim poder seguir transmitindo essa fé viva para a nova geração que parece muitas vezes confusa (Será que não é porque nós mesmos estamos confusos?) e com dificuldades de se encontrar com Deus.

Jesus ama as crianças, assim como no Evangelho, hoje Jesus continua repetindo “Deixai que as crianças venham a mim”. Ele quer que nós não impeçamos que as crianças se aproximem dele, como muitas vezes o fazemos se nós mesmos estamos longe de Deus.

Que nesse Natal todas as crianças possam se encontrar com Jesus que nasce frágil como elas. E que os mais velhos, que já se encontraram com Ele, possam ser essa guia, essa luz no caminho para que as novas gerações não se percam no caminho da vida.

Ir. João Antônio Johas Leão
FONTE: Portal A12

Natal de minha aldeia


O Natal de minha aldeia, meio século atrás, nas montanhas da Ilha a Madeira, Portugal, sabia pedir licença, bater à porta com delicadeza, antes de entrar. O primeiro sinal era a matança dos porcos. Praticamente todas as famílias abatiam o seu, após engordá-lo por longos meses. E entre si trocavam pedaços de carne de acordo com os gostos mais ou menos conhecidos. Tratava-se de um ritual: dever para os adultos, divertimento para as crianças, tragédia para os animais.

Depois vinham os fogos e bombas. Começavam em pontos rarefeitos da Ilha, umas duas ou três semanas antes das festividades. Com certo risco para crianças e adultos, aos poucos iam cobrindo o espaço e o tempo, numa inconfundível tonalidade de festa. Rebentavam no chão e no ar, repercutiam no coração, como a anunciar uma mudança de calendário que fazia vibrar tudo e todos. Uma espécie de relógio a marcar os dias, logo as horas, e por fim os minutos.
De longe e de perto, chegavam também o repique dos sinos e o canto dos galos, como inusitada algazarra de pássaros que pré-anunciam o sol. Mais intensos e frequentes que no decorrer do ano, pareciam conter uma misteriosa notícia, um segredo que corria veloz por colinas, montes e vales. Como por encanto, sua voz metálica ou rouca tornava-se mais nítida, mais alegre e mais transparente. A brisa ou vento a espalhavam por todo território da Ilha, como se fosse já o canto dos pastores nas redondezas de Belém.
As luzes constituíam outro sinal festivo. Enfeitavam árvores, ruas, praças, casas e negócios, conferindo à chegada da festa um colorido que haveria de ficar gravado na memória com caracteres de fogo. Seu fascínio crescia ainda mais devido à distância, uma vez que não havia energia elétrica em nossa pobre aldeia. Pequenos rios luminosos saíam de determinados pontos, ou para eles convergiam, formando uma rede que revestia a Ilha de uma roupagem resplandecente.
Mais perto do ambiente familiar e religioso, multiplicavam-se os presépios. Raras as famílias que não os erguiam, por mais rústicos e simples que fossem. Tornavam-se cartão de visita às vésperas da festa natalina. Mas as atenções se voltavam especialmente para o présepio da Igreja paroquial, no povoado vizinho, onde a luz elétrica permitia uma elaboração bem mais requintada.
Evidente que a promessa dos brinquedos mantinham as crianças em expectativa, espreitando o comportamento dos adultos. Estes, de fato, faziam viagens furtivas à cidade e nós, os pequenos, antecipávamos entusiastas a posse de um carrinho, um barco, uma boneca, uma bexiga, uma miniatura de qualquer animal – objetos que deviam durar até o próximo Natal.
Mas a festa tinha outro sabor especial e inesquecível. Sabor que se forjava na cozinha. Ali preparavam-se os bolos normais e os bolos de mel, as broas e biscoitos que recheavam a mesa natalícia. Ali se dividiam as laranjas e figos-passados, “luxos” da época. E ali a família, na sua pobreza, celebrava de maneira simples mas digna o nascimento do Senhor, na ceia de Natal e em seguida à missa do galo.
Com ou sem saudosismo, tudo isso tem pouco a aver com o Natal de hoje. Este não pede licença nem bate à porta, invade-a brutal ou sorrateiramente. Se a fechamos, entra pela janela, pela televisão ou pela internet. Irrompe com a espantosa velocidade do mercado. Voraz em produzir, comprar e vender mercadorias, impõe-se com a força de águas represadas. Natal e comércio tornaram-se quase sinônimos. Sempre ele – o mercado – dita as regras, determina o tempo e espaço em que o Menino Jesus deve nascer nos grandes centros comerciais. E ali, na manjedoura junto aos animais, recordando o cenário de Belém, meio envergonhado, o Recém-nascido deve disputar com Papai Noel quem consegue atrair mais clientes e despachar mais produtos.
*Padre Alfredo J. Gonçalves, cs – Lisboa, Portugal

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

Dia "D" Missionário da IAM 2016 Diocese de Sobral-Ce

Aconteceu neste Domingo dia 30 de Outubro de 2016,
O Dia "D" Missionário da IAM Diocese de Sobral-Ce.
Foi um Momento onde as Crianças, Adolescentes e Assessores da Infância e Adolescência Missionária(IAM) de Todas as Paróquias que compõem a Diocese de Sobral realizaram Visitas Missionárias nas Casas de Famílias, Ao Sair de Cada casa foi colado um Adesivo na porta da Casa visitada, para assim uma melhor identificação.
O Objetivo do dia "D"Missionário da IAM é levar a palavra de Deus com uma mensagem de Amor ao próximo deixada pelas crianças e adolescentes missionários. Em cada paróquia foi vivenciado um momento único de grandes experiencias, fortalecendo o ardor missionário de cada missionário que participou.

"Parabéns a todos os missionários(as) que realizaram o dia D missionário da IAM. Agradecemos a todos pelo empenho e dedicação. Das Crianças e adolescentes do Mundo, Sempre amigos." Angélica Maria Coordenadora diocesana da IAM diocese de Sobral-Ce

Fonte: iamdiocesedesobral.blogspot.com.br




quinta-feira, 27 de outubro de 2016

DIA "D" MISSIONÁRIO DA IAM...

ESTA SE APROXIMANDO... É Neste Domingo... dia 30...
DIA "D" MISSIONÁRIO DA IAM...
#PartiuMissionáriosEmAvante
Como uma Ação Diocesana a ser Realizada pela IAM, no dia 30 de Outubro a nossa Diocese de Sobral estará em comum-União realizando o dia D Missionário da IAM
O QUE É Dia D MISSIONÁRIO DA IAM?

É um Momento onde sairemos nas Casas realizando visitas Missionárias, ao finalizar a visita Antes de Sair de Cada casa, sera colocado um Adesivo na porta da Casa visitada, para assim uma melhor identificação. Essa é uma ação em Toda a Diocese.
Onde Cada Paróquia realizará a suas Visitas, em suas cidades. Assim todos os Grupos de IAM das Paróquias que compõem a nossa Diocese de Sobral sairá nas ruas visitando as famílias no dia 30 de OUTUBRO.

Bonequinha ÂNGELA a Mascote da IAM Diocese de Sobral


Bonequinha ÂNGELA a Mascote da IAM Diocese de Sobral. (Pra lembrar da nossa Coordenadora Diocesana...) 
As Madrinhas de Batismo: Angélica Maria e Maria de Jesus ...
Surgimento: Em Uma formação da IAM a qual a coordenadora Diocesana não pode participar, então uma das formadoras que estavam ministrando o encontro lembrou da coordenadora e levou a mascote para o encontro.


1º Encontro de Assessores Região Araras

Aconteceu na manhã do sábado dia 15, no auditório do Centro de Pastoral Raimundo Nonato Maciel, na Paróquia de Nossa Senhora do Rosário em Groaíras, o primeiro encontro de  Assessores da Infância e Adolescência Missionária/IAM da Região Episcopal Araras.
O encontro teve como seus principais objetivos:
 1)Avaliar a caminhada da Iam em casa Paróquia;
2)Animar os Assessores e Coordenadores;
3)Aprofundar o Carisma da Iam.
 Por fim, agradecemos a hospitalidade da Paróquia anfitriã, na pessoa do seu Pároco Pe. João Batista Oliveira, as paróquias que enviaram seus representantes; São Sebastião de Ipu, Senhora Sant`Ana de Varjota e Santo Ant. de Cariré.
“Das crianças do mundo inteiro, sempre amigas”
 Com as bênçãos de Nossa Senhora do Rosário

IAM Acaraú

Festa das Crianças